Informamos que, devido à tolerância de ponto, os serviços da Junta de Freguesia estarão encerrados no período da tarde de quinta-feira, dia 2 de abril de 2026.
Os serviços estarão abertos apenas das 9h às 13h.
Agradecemos a compreensão de todos.
Sugestão 1 – “Dama de Espadas – Crónica dos Loucos Amantes” – Mário Zambujal
Em a “Dama de Espadas – Crónica dos Loucos Amantes”, Mário Zambujal apresenta-nos Eva Teresa, uma menina de onze anos, a sua irmã Rosália, e Filipe, um rapaz de dezoito anos e namorado desta última.
A vida afasta-os com a ida da família das meninas para o Brasil. O tempo vai-se passando e é por fotos e vídeos que vão mantendo o contacto. Eva torna-se mulher, Filipe acaba por se apaixonar por ela e levando-o a viajar ao seu encontro. “Entre episódios imprevisíveis que enlaçam mistério e comicidade, ambos só se reencontram em Sintra onde iniciam um romance atribulado.”
Sugestão 2 – “Crónica dos Bons Malandros” – Mário Zambujal
Nesta edição comemorativa da “Crónica dos Bons Malandros” lançada pelo Clube do Autor, é-nos apresentado um livro com um design único e original.
Relativamente ao seu conteúdo, já sabemos de que se trata de uma quadrilha que decide assaltar o Museu Gulbenkian, pois os seus membros estão fartos dos assaltos banais que fazem, no entanto, o assalto não corre como esperavam…
No livro, Mário Zambujal permite-nos conhecer cada uma das personagens e perceber como é que cada uma delas foi parar à Quadrilha do Renato. Renato, Marlene, Flávio, Arnaldo, Pedro, Adelaide e Silvino, todos eles querem cometer um golpe nunca antes imaginado para deixarem a vida do crime, mas será que vão conseguir?
Sugestão 3 – “O Último a Sair/Conto Final, Parágrafo” – Mário Zambujal
Neste livro poderemos encontrar, claro, a obra “O Último a Sair” e ainda a história “Conto Final, Parágrafo”.
Em “O Último a Sair” deparamo-nos com a psicóloga Lídia e o chefe de polícia reformado Rodrigo.Tudo começa com a morte estranha de um amigo e a decisão do casal de descobrir o culpado ou culpada.
No dia 8 de março de 1917, milhares de mulheres operárias saíram à rua para reivindicar melhores condições de vida e de trabalho, bem como o reconhecimento dos seus direitos. Anos mais tarde, esta data viria a ser oficialmente reconhecida pela Organização das Nações Unidas como o Dia Internacional da Mulher, assumindo-se como um símbolo da luta histórica pela igualdade de género.
Será que ainda faz sentido assinalar este dia?





Sugestão 1 – “Cicatrizes de Mulher” – Sofia Branco
“Cicatrizes de Mulher” é o primeiro livro escrito em Portugal sobre a mutilação genital feminina (MGF), uma prática que persiste em dezenas de países. O trabalho de investigação que lhe deu origem, e que contribuiu decisivamente para a discussão pública desta violação do direito ao corpo e à sexualidade, recebeu seis prémios, entre os quais o Natali Europe, atribuído pela Comissão Europeia e pela Federação Internacional de Jornalistas, e a Medalha de Ouro da Assembleia da República.
Sofia Branco dá-nos a conhecer a realidade da MGF, mostrando-nos o que se está e não está a fazer para a erradicar, e, enquadrando o fenómeno no seu contexto: um quadro mental que há séculos favorece a subjugação das mulheres. Esta obra ajuda-nos a compreender por que motivo esta prática perdura em pleno século XXI.
Sugestão 2 – “O Monte dos Vendavais” – Emily Brontë
“O Monte dos Vendavais” de Emily Brontë, uma das obras-primas da literatura inglesa, e recentemente readaptado a cinema, traz-nos uma “narrativa poderosa e tragicamente bela da paixão de Heathcliff e Catherine Earnshaw, de um amor tempestuoso e quase demoníaco que acabará por afectar as vidas de todos aqueles que os rodeiam como uma maldição”.
Heathcliff é adotato em criança pelo patriarca da família Earnshaw, no entanto, é ostracizado por Hindley, o filho legítimo, e levado a acreditar que Catherine, a irmã dele, não corresponde à intensidade dos seus sentimentos. “Abandona assim o Monte dos Vendavais para regressar anos mais tarde disposto a levar a cabo a mais tenebrosa vingança.”
Sugestão 3 – “Uma Mulher Não Chora” – Rita Ferro
“Uma Mulher Não Chora” de Rita Ferro, conta-nos a história de uma mulher “pós-feminista – livre, independente, emancipada – às voltas com a ambivalência da sua condição: de um lado, o sonho romântico e o fantasma da solidão; do outro, o orgulho e a exigência de quem pode, finalmente, escolher, ou para quem a dignidade se tornou mais imperativa do que a companhia de um homem.
Uma clivagem dolorosa, que toda a mulher divorciada, ou casada segunda vez, conhece intimamente.”
Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica
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